Mês: julho 2017

Nós Celtas – Escolha um e veja seu significado

Nós Celtas

 Os nós celtas, também chamados Icovellavna, são uma variedade de nós e representações gráficas estilizados dos padrões de nós, utilizados para fins espirituais decoração desde a antiguidade. Curiosamente, vários desenvolvimentos no uso artístico de padrões de nós entrelaçados são encontrados na arquitetura romana e bizantina e na ilustração de livros, na arte copta, na arte celta, na arte islâmica, na ilustração medieval de livros, na arte etíope e nas obras de arte europeias modernas.

Os Nós Mágicos, são uma forma muito antiga de feitiçaria associada ao elemento do ar. O nó representa a continuidade, o fluxo infinito de energia. Como nunca podemos encontrar um começo e o fim de um nó, os Nós celtas representam o último Conhecimento Mágico: o passado, o presente e o futuro são um, é tudo agora! É tudo sobre a percepção. O que percebemos como o passado, existe apenas em nossas mentes como símbolo. É por isso que os Nós celtas também podem ser vistos como Mandalas, a “versão” hindu e budista de Nó celta.

Os Nós celtas podem criar sigilos poderosos com os quais podemos lançar feitiços poderosos. A chave é a sua imaginação e a sua capacidade de criar padrões tão bonitos. Claro que você pode “pegar” pronto e incorporá-los na sua arte. Limpe sua mente, veja os 6  desenhos a seguir, escolha um e veja o que eles representam:

Limpe sua mente, observe os seguintes 6 Nós e escolha aquele que mais lhe chama a atenção:

Agora, leia abaixo para ver o seu significado:

  1. A Árvore da Vida

Existe um grande potencial dentro de você. Suas raízes são profundas na Terra e você quer bases sólidas em sua vida. O aterramento será benéfico para você. Quanto mais extrair energia da Terra, mais sintonizado estará o Mundo ao seu redor, e mais vivo sentir-se-á.

Cuide bem de sua espinha e cintura. Conecte-se com a natureza.

  1. O Fogo Interior

Você escolheu o nó celta que representa o fogo e a Fênix, o pássaro de fogo sagrado. Você é uma pessoa muito ambiciosa, cheia de energia e paixão. O fogo queima dentro de você, no entanto, como qualquer pessoa ardente deve saber, não sobrecarregue seu fogo, pois ele queimará rapidamente. Alimente-o gradualmente e verá grandes benefícios em sua vida.

Quanto mais você expressar sua paixão e criatividade, mais completo sentir-se-á em sua vida.

  1. O Grande Dragão

O Espírito da Terra fala com você com uma voz clara. Seja unido com toda a Natureza, e o mundo, dentro e fora. O poder que você mantém é incomensurável e pode trazer grande alegria à sua vida e à vida dos outros. Quando você perceber que a verdadeira força está dentro de si, e que ela vem naturalmente, mais sentir-se-á pronto para mudar as coisas que não gosta. O Grande Dragão fala de conexão com a Natureza e nosso ambiente natural. Você deve passar mais tempo na Natureza, o que o ajudará a cultivar seu poder de uma maneira mais robusta.

  1. O Pentáculo

Você escolheu o grande símbolo de proteção e poder pessoal, o pentáculo. É hora de equilibrar sua vida, tanto o ser espiritual como o físico precisam se unir. Você poderá sentir os benefícios de quaisquer práticas mágicas de proteção e, ao mesmo tempo, toda magia que o ajudará a alcançar seu verdadeiro potencial.

  1. O Nó Felino

Você trabalha com uma sensação de velocidade e agilidade. É uma pessoa flexível, no entanto, ao mesmo tempo, não quer ser perturbado por influências externas que podem tornar-se incômodas. Você tem a grande habilidade de conhecer seu caminho, mesmo que não possa vê-lo. Você gosta de se sentir protegido e cuidado.

Quanto mais você se conhecer, melhor conhecerá o mundo.

  1. A Flor do Sol Divino

Seu coração é um livro aberto. Você irradia uma energia calorosa e amigável. Cuida dos outros, e é uma figura solidária para com todos. Há magia dentro de você e não precisa tentar trazê-la à tona, à força. Sentir-se relaxado é a chave para o seu sucesso. Siga o Sol e você nunca perderá o seu caminho.

Cuide bem dos joelhos, enquanto mantém seu corpo forte. A respiração é essencial para se sentir relaxado e equilibrado.

Traduzido pela equipe de O Segredo e Cris Quadros  Fonte: Mystical Raven – Via: Magical Recipes 

Meditação para Construção do Antakarana

O Antakarana

Adaptação de “Glossário Teosófico” e “Os Raios e as Iniciações”, de Alice Bailey

Um símbolo antiquíssimo de Cura e Meditação que tem sido usado no Tíbet e na China durante milhares de anos. O Antakarana pode ser usado para liberar as energias negativas de pessoas e objetos, bem como purificar cristais.

É um símbolo multidimensional, que atua nos sete planos, fato representado pelos três setes impressos em suas faces. O cubo representa o homem, a personalidade humana e as suas três faces, os três principais cordões/fios que unem o homem ao seu Eu Superior: o fio de Sutratma, o fio da consciência e o fio criador.

 

 

(texto 1)

A palavra Antakarana tem vários significados que diferem em cada seita e escola filosófica. Shankaracharya traduz esta palavra com o sentido de “entendimento”; outros, como “órgão ou instrumento interno, a Alma, formada pelo princípio pensador e o egotismo (ahankara)”; enquanto os ocultistas definem-no como “sendeiro” ou ponte entre o Manas superior e o inferior, o Ego divino e a Alma pessoal do homem. O Antakarana serve como meio de comunicação entre ambos e transmite do Ego inferior para o superior todas as impressões pessoais e pensamentos dos homens que podem, por sua natureza, ser assimilados e retidos pela Entidade imperecível e, portanto, transformados em imortais com ela. Esses são os únicos elementos da Personalidade passageira que sobrevivem à morte e ao tempo. Assim, é lógico que somente aquilo que é nobre, espiritual e divino no homem pode, na Eternidade, testemunhar o fato de ter vivido.

O cordão prateado ou Sutratma é, no que concerne ao homem, de natureza dual. É composto pelo “fio da vida” e pelo “fio da consciência”. O “fio da vida” propriamente dito está ancorado no coração, enquanto que o outro, o “fio da consciência”, encarnando o princípio da consciência, está ancorado na cabeça, e começou a se desenvolver durante o florescimento da raça atlante. A sensibilidade ativa, a percepção, o desejo e a reação diante dos acontecimentos foram o prelúdio da consciência que desabrochava.

Um terceiro fio, o “fio criador” encarna o princípio mental/criador humano, que passou a se manifestar somente com a moderna raça ária. Durante a etapa lemuriana o Sutratma foi o fator dominante de expressão, o enfoque da raça estava em um modo de VIVER pleno e exuberante, porém quase que inconsciente. Segundo Michelle Griffith, o símbolo do Antakarana teria sido criado pelo Conselho dos Mestres da Galáxia e fora trazido à Terra há muitos milhares de anos, durante o período lemuriano.

Os fatores ou princípios internos, Buddhi, Ahankara e Manas, considerados coletivamente, constituem o “órgão interno” (Antakarana) ou Alma, cuja atividade, diferentemente daquela dos sentidos, estende-se não apenas ao presente, mas também ao passado e ao futuro. Os três princípios indicados formam, por assim dizer, os três lados de um triangulo, cuja soma é o Chitta (mente, pensamento, inteligência), com o qual se realiza a ideia da trindade na unidade.

A criação do Antakarana, uma atividade desenvolvida no processo da meditação (principalmente a Raja Yoga), tem como missão fundamental criar uma ponte de “arco-íris” entre a personalidade (eu inferior) do aspirante espiritual e seu Eu transcendente, conhecido esotericamente como “Anjo Solar”. Esta ponte é construída com a energia de luz do propósito espiritual, segregada pela alma do discípulo, de maneira similar à da aranha ao tecer sua teia. O Antakarana liga o cérebro físico ao Eu superior, através do chakra coronário, formando uma ponte a qual é possível à consciência operar com facilidade nos mundos inferior e superior. Este trabalho se acelera na medida em que adquirimos domínio sobre o homem inferior, na medida em que a alma e a personalidade trabalham conjuntamente para criar a “ponte” de ligação entre ambas. Isso só ocorre quando começamos a nos enfocar definidamente nos níveis mentais intenção primordial do trabalho de meditação, quando a mente atua de modo inteligente e conscientemente.

O Sutratma constitui a base da imortalidade, enquanto que o Antakarana, a base da continuidade. O Sutratma vincula e vivifica todas as formas em um todo atuante e incorpora em si a vontade e o propósito da entidade que se expressa, seja ela um homem, um Deus ou um cristal. O Antakarana incorpora a resposta da consciência dentro da forma, até chegar a uma série de contatos, cada vez mais amplos, dentro do todo ambiental.

O Antakarana é um símbolo sagrado de origem tibetana, usado em rituais milenares de cura e meditação. Representa a “ponte” de ligação entre a personalidade e a individualidade, isto é, entre o homem animal e o homem espiritual, que tem que ser construída no decorrer da evolução, para se ter acesso aos reinos da luz. Usado como um símbolo (apesar de não ser um símbolo do Reiki) tem o poder de concentrar e desenvolver a energia Reiki e outras energias de cura, etc. Meditando com esse símbolo, ativa-se automaticamente a Órbita Microcósmica (união dos canais Funcional e Regencial), enviando-se o Ki através dos canais energéticos centrais do corpo.

Não se trata de um dos símbolos perdidos do Reiki, mas sua forma é positiva e sagrada quando em uso. Não se pode utilizá-lo de forma negativa e, mesmo tendo uma história antiga, sua energia tem sido testada por vários agentes de cura durante muitos anos.

Quando colocado sob a mesa de massagem, ele ativa as energias de todos os trabalhos relacionados à cura, seja Reiki, Johrei, Cura Prânica, Shiatsu, etc.

(texto 2)

A construção do Antakarana, ou ponte do arco-íris, é um assunto absolutamente fascinante. Chegará o dia em que a ciência do Antakarana será ensinada em todas as escolas e salas de aula do mundo. Ela é a verdadeira ciência da mente, pois utiliza a substância mental para construir uma ponte entre a personalidade e a alma e, à medida que o ser evolui, entre a alma (Eu Superior, Cristo, Filho de Deus Pai e da Mãe Terra que veio a este planeta com o objetivo de revelar na natureza de Deus que é amor), a Tríade Espiritual e a Mônada (Presença Eu Sou).

A tríade espiritual é o veículo por meio do qual a Mônada trabalha, do mesmo modo que a alma, na Terra, trabalha através da personalidade. A Mônada trabalha através do tríplice veículo composto pela vontade espiritual, pela intuição e pela mente superior. O Antakarana é o fio, e mais tarde o cordão que o discípulo cria pela meditação e compreensão, pelas práticas espirituais e pelo trabalho espiritual específico e dirigido. Nesse processo, o discípulo recebe ajuda da alma e, mais tarde, da Mônada; mas a primeira parte do trabalho tem que ser feita por ele.

A Mônada já tem um fio ou cordão de energia que se estende dela mesma até o chakra do coração do discípulo na Terra. Esse cordão de energia é chamado de sutratama, fio da vida, ou cordão de prata. A alma tem um fio ou cordão, chamado de cordão da consciência, que se estende dela mesma até a glândula pineal do discípulo. O conhecimento usa o cordão da consciência. A energia da sabedoria usa o Antakarana, quando ele está construído.

O Antakarana é como um filamento de luz espiritual, construído do mesmo modo como a aranha tece sua teia. Esse fio é tecido pelo próprio discípulo, vida após vida, e ele só pode ser energizado por aquilo que contém vibração espiritual. O cordão da consciência tem as qualidades mentais da alma. O Antakarana é construído unicamente com as qualidades mentais e espirituais da alma.

O sutratama e o cordão da consciência vêm sendo construídos desde que o homem chegou ao mundo material. O Antakarana se desenvolve muito lentamente, porque a pessoa precisa trilhar o caminho da experiência para que esse trabalho se inicie realmente. Tanto o sutratama quanto o cordão da consciência trabalham de cima para baixo. O Antakarana, ao contrário, de baixo para cima.

Nos estágios finais da construção desse cordão, na quinta iniciação e ascensão, esses três cordões se fundem, se integram e se dissolvem um no outro, exatamente como a personalidade, a alma e, mais tarde, a Mônada se fundem. É pela criação do Antakarana que todo esse processo se realiza.

Criar o Antakarana é como estender um cabo ou construir uma ponte entre três países, a personalidade, a alma e a Mônada.

A construção dessa ponte se faz em três etapas:

* Na primeira etapa, temos a integração da personalidade com os quatro corpos.
* Na segunda etapa é construída a ponte desde a personalidade integrada e os quatro corpos até a alma.
* Na terceira etapa é feita a construção da ponte desde a alma até a tríade espiritual e a Mônada.

A construção do Antakarana torna a consciência cerebral do discípulo receptiva à orientação intuitiva e às impressões oriundas dos reinos espirituais superiores e da mente de Deus. Ela permite que a alma, antes, e a Mônada, depois, use o discípulo, mais tarde iniciado, para o serviço que elas precisam realizar na Terra.
A personalidade se torna um veículo confiável para o uso da alma em seus propósitos na Terra.

Esse propósito chega ao final na quarta iniciação, quando o corpo da alma ou corpo causal, que armazena todas as virtudes e bom karma, é queimado. Então, o fogo da mônada derrama-se através do Antakarana para a alma, mediadora entre a personalidade e a mônada, e a alma volta à mônada. A alma não é mais necessária e volta a dissolver-se na Mônada. Tudo o que resta então é a personalidade infusa de alma e a mônada, que agora é o guia.

Até esse ponto, o iniciado construiu o Antakarana até a tríade espiritual e a mônada. Embora esse Antakarana construído seja forte, ainda não se realizou uma fusão completa entre a mônada/tríade espiritual e a personalidade infusa de alma. É na quinta iniciação que esses dois aspectos se fundem na consciência. Na sexta iniciação, eles se fundem não somente na consciência, mas também, e completamente, nos quatro corpos (o físico, o emocional, o mental e o espiritual) e toda a personalidade infusa de Mônada e os corpos transformam- se em Luz. O iniciado torna-se um Mestre Ascensionado nesta sexta iniciação.

É o Antakarana, que o discípulo construiu entre a personalidade, a alma e a tríade espiritual/mônada, que possibilitou a realização de todo esse processo.
É também nesse ponto que o sutratama, o cordão da consciência, e o Antakarana se fundem, exatamente como aconteceu com a Mônada, com a alma e com a personalidade.
O resultado dessa fusão é a imortalidade da forma física. Assim como Deus, Cristo e o Espírito Santo são três mentes que funcionam como uma, do mesmo modo, somos três mentes – Mônada, alma e personalidade – que funcionam numa unidade. O microcosmo é igual ao macrocosmo. O espírito e a matéria, o pai e a mãe, são uma coisa só.

O Antakarana é a ponte de Luz ou o caminho iluminado sobre o qual o discípulo passa para os mundos superiores. É por meio dessa ponte e caminho iluminado que ele alcança a libertação e a ascensão.

Essa integração também ajuda a fazer a ligação entre a consciência de Shambala, a consciência hierárquica e a consciência humana. A consciência de Shambala se relaciona com a Mônada e com aspecto vontade. A consciência hierárquica se relaciona com a alma e com o aspecto amor. A consciência humana se relaciona com a personalidade e com aspecto inteligência.

O Mestre, ao realizar essa integração, também ajuda a construir o Antakarana planetário, que é o Antakarana para toda a Terra e para a humanidade.

As Etapas da Construção do Antakarana. Nas etapas iniciais da construção do Antakarana, existem três fios auto criados menores que são criados inicialmente e que constituem o Antakarana.

* O primeiro fio entre o corpo físico e o corpo etérico, e passa do coração para o baço.

* O segundo fio vai do corpo etérico ao corpo astral e passa do plexo solar ao coração e deste ao corpo astral.

* O terceiro fio vai do corpo astral ao corpo mental. Esse fio passa do chakra do terceiro olho para o chakra da cabeça, e daí para o corpo mental.

Esses três fios menores auxiliam a extensão de alma a integrar o sistema de quatro corpos.

A segunda etapa trata da construção do Antakarana desde a personalidade na Terra até a alma. Esse processo também pode ser descrito como a construção de uma mente inferior, a alma e a mente superior. Em outras palavras, podemos chamá-lo de ligação cérebro/mente/alma. Essa ponte é construída com a substância mental.
O estágio de construção da ponte da alma a tríade espiritual e para a Mônada usa a substância de Luz.

A ponte desde a personalidade até a alma cria uma iluminação completa da alma da personalidade na Terra. É nesse estágio que o discípulo se vê como uma alma. Em estágios superiores, o iniciado se vê como espírito ou como a própria mônada. Essa ponte possibilita à personalidade superar todo sentido de separatividade e de medo da morte. A construção do Antakarana tem como objetivo a auto-realização e o serviço em benefício a humanidade.

Seis Passos Para Construção do Antakarana

Os seis passos para a construção do Antakarana são: “intenção, visualização, projeção, invocação e evocação, estabilização e ressurreição”.

1- Intenção- O primeiro passo implica uma compreensão da tarefa a ser cumprida, uma decisão e determinação para cumpri-la e uma orientação correta para atingir o objetivo. Ele também exige que as forças e energias da pessoa convirjam para o ponto mental/espiritual mais elevado que possa ser alcançado e que ali se mantenham. Isso nos lembra “manter a mente firme na Luz”.

2- Visualização- O segundo passo envolve o uso da imaginação e das capacidades de visualização para construir o cordão e a ponte de Luz.

3-Projeção- O terceiro passo envolve a utilização da vontade, ou poder da vontade, e o uso de uma palavra de poder para transmitir essa linha ou ponte de substância de Luz. A ação de enviar uma palavra de poder com o poder da vontade por meio do cordão visualizado, com a mais elevada intenção possível, estende os filamentos do cordão de Luz em direção á tríade espiritual e a Mônada.

4-Invocação e Evocação- Essa invocação feita pelo discípulo atrai agora uma resposta evocativa da tríade espiritual e da mônada. O pai (mônada), operando através do fio criado pelo discípulo, põe-se em movimento para encontrar seu filho (extensão de alma). A mônada, ou Pai do Céu, emite uma projeção de substância de Luz que encontra a projeção criada pelo discípulo na Terra. A projeção inferior e a projeção superior se encontram e o Antakarana é construído. A tensão criada pelo discípulo evoca a atenção da mônada e da tríade espiritual. Com a prática, esse cordão recíproco, ou ponte de energia, torna-se cada vez mais resistente. É uma chama de Luz. Já não existe mais a sensação dos três países separados da personalidade, da alma e da mônada, mas um único ser atuando em todos os planos por esse caminho de Luz.

5-Estabilização- No início, o Antakarana é muito fino e parecido com um fio. Com a prática, a meditação e uma vida espiritual adequada em todos os níveis de ser, formar-se-á um cordão impossível de se romper.

6- Ressurreição- Esse último passo relaciona-se com o fortalecimento do cordão Antakarana, que então conduz a grande fusão e integração da triplicidade e que, na quarta iniciação, tornou-se dualidade. Essa dualidade, na quinta e, finalmente, na sexta iniciação ou ascensão, torna-se unidade, ou unificação total da personalidade infusa de alma e da Mônada que esteve operando por meio da tríade espiritual. Esses dois estados de consciência se integram totalmente na quinta iniciação e se fundem plenamente com o sistema de quatro corpos na sexta iniciação, que é a ascensão ou ressurreição. Os quatro corpos (físico, astral, mental e espiritual) e a personalidade se dissolvem na Luz e se tornam imortais.

Palavras de Poder

A repetição dos nomes de Deus, de palavras de poder e de mantras é tão importante para o desenvolvimento espiritual e para a realização divina. As palavras de poder às quais a pessoa se sente atraída dependem do treinamento espiritual em vidas passadas, do tipo de raio da alma e da Mônada dessa pessoa, da sua preferência individual, da intuição, do sentimento, do tempo de trabalho e da astrologia e numerologia, para citar alguns fatores.

Algumas palavras de poder:

Mantra da Alma ou da Mônada, Elohim, Aum, Om Mani Padme Hum, Eu Sou, Eu Sou O Que Sou, Eu Sou Deus, Eu amo, Adonai (Senhor), So Ham (Eu Sou Deus), El Shaddai (Deus Todo Poderosos), YHWH, Ram, Yod Hay Vod Hay (Pai Divino)

Esses treze mantras, outras palavras de poder que a pessoa já use, também dão resultado.

O objetivo dessa meditação é visualizar um cordão de Luz que comece na personalidade, passe pela alma e suba até a mônada. A pessoa pode visualizar esse cordão com um diâmetro equivalente à circunferência da sua própria cabeça ou, no início, se preferir, menor.

O discípulo deve entrar em sintonia com esse Antakarana, visualiza-lo no olho da mente, e, com intenção plena e o poder da vontade, repetir a palavra de poder, em voz alta, de três a sete vezes, ou durante quinze minutos, como se fosse uma espécie de meditação com mantra. Depois de entoar esse mantra, o discípulo senta; permanecendo em silêncio e em estado receptivo, apenas sentindo a resposta de sua alma ou de sua Mônada, dependendo da etapa em que esteja trabalhando.

Apesar de simples, essa meditação é extremamente poderosa.

O MANTRA DA ALMA OU MONÁDICO

Este mantra foi revelado ao mundo por Djwhal Khul por meio dos escritos de Alice Bailey. Esse mantra ativa a alma e a estrela da alma para a realização do trabalho espiritual. As palavras do mantra da alma são:

Eu Sou a Alma,
Eu Sou a Luz Divina,

Eu Sou Amor,
Eu Sou Vontade,
Eu Sou o Plano Estabelecido.

Talvez os discípulos da quarta iniciação em diante queiram substituir a primeira linha para “Eu Sou a Mônada”, mantendo o restante do mantra exatamente igual.
A única linha desse mantra que as pessoas talvez não entendam é a última; ela se refere ao plano da alma para a encarnação atual.

Segundo Djwhal Khul, esse mantra é o princípio de todas as técnicas ocultas.
Mesmo que o discípulo esteja trabalhando com outro mantra, é bom começar uma meditação recitando o mantra monádico três vezes, e então meditar com o mantra habitual. Ele é como uma ferramenta de ativação que indica à alma e à mônada o momento de entrarem em ação para cumprir sua parte do programa como resposta à invocação.

O Fio Terra

Djwhal Khul advertiu as pessoas que construam o Antakarana não apenas subindo em direção à alma e à mônada, mas também, descendo em direção à base da espinha pelo chakra da coluna e daí à Terra. Alguns metafísicos dão a isso o nome de fio terra. Podemos visualizar esse fio descendo pelas pernas em direção ao centro da Terra ou, se estivermos sentados, como se passasse pela cadeira e entrasse no chão. Como o Antakarana, que sobe pelo canal central, esse também deve ter pelo menos o diâmetro da circunferência da cabeça do discípulo.

O Antakarana depois da Ascensão

É importante compreender que o Antakarana não para de fato na mônada. Na verdade, ele continua subindo em direção à divindade. O Antakarana pode ser projetado na direção de Deus ainda antes da ascensão. O discípulo que medita obterá uma resposta de Deus, e Deus irá ao seu encontro com Seu dedo de fogo e/ou com o fio de substância de Luz. Assim, mesmo os Mestres Ascensionados continuam construindo seus Antakaranas à medida que evoluem nos planos cósmicos de existência.

A Estrela da Alma

A aproximadamente quinze centímetros acima da cabeça, existe uma estrela etérica de Luz. Ela paira sobre a cabeça de cada habitante da Terra. O brilho dessa estrela depende muito do nível evolutivo da extensão de alma na Terra. A estrela da alma não é a alma, mas a sua extensão, um instrumento por meio do qual ela trabalha.

Essa estrela é ativada quando recitamos o mantra da alma. É muito importante compreender a estrela da alma para se ter condições de realizar as demais meditações de Djwhal Khul. No momento em que recitamos o mantra da alma, essa estrela se acende e passa a brilhar como uma estrela resplandecente, pronta para iniciar seu trabalho, desde que seja um trabalho a serviço da alma.

Depois de entoar o mantra da alma, a estrela da alma obedecerá ao pensamento e a visualização criativa e poderá mover-se, expandir-se, contrair-se ou enviar raios de energia para a personalidade. A compreensão, a ajuda e o uso da estrela da alma serão absolutamente incalculáveis para a construção do Antakarana e para todas as outras áreas de vida.

O Canal Central

O canal central é um termo que se refere à coluna de energia que vai da base da espinha até o topo da cabeça. Às vezes chamado de chakra da coluna, ou sushumna, e é uma parte componente do sutratama. Uma das práticas mais importantes do caminho espiritual é a ampliação do canal central e a limpeza de todos os detritos psíquicos. Em termos ideais, o canal central pode ser ampliado até transformar- se numa coluna de luz com as dimensões da circunferência da cabeça do discípulo. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e entupido, como o encanamento de um banheiro que não funciona direito.

As três meditações a seguir, transmitidas por Djwhal Khul, tem por objetivo abrir e limpar o canal central e também construir o Antakarana. É por meio do Antakarana e do canal central que a alma e as energias espirituais podem fluir. Um Antakarana e um canal central amplos, limpos e bem estruturados permitem que a pessoa seja preenchida pela Luz do espírito no seu menor pedido.

Depois de entoar o mantra da alma, é também muito interessante perceber que ela e a mônada executam metade do trabalho. A primeira meditação de Djwhal Khul é a meditação de triangulação.

Meditação de Triangulação

1- Recite o mantra da alma três vezes enquanto se concentra na estrela da alma como uma estrela ou um sol brilhante.

2- Depois de recitar o mantra da alma três vezes, com o poder da mente e da imaginação mova a estrela da alma diagonalmente até posicioná-la a uma distância de 30 centímetros à frente do terceiro olho. Em seguida, recue a estrela da alma em linha reta, até o centro da cabeça, fazendo-a entrar no canal central e no chakra da coluna. Pelo canal central, leve a estrela da alma para cima, parando 15 centímetros acima da cabeça, na posição em que ela estava inicialmente. Mova a estrela lenta e deliberadamente em seu deslocamento para cima. Enquanto se movimenta, a estrela da alma queima, literalmente, as formas-pensamentos ocultas e os detritos psíquicos. Esse trabalho é um esforço de cooperação entre a personalidade e a alma, que utiliza a estrela da alma como instrumento. A alma se enche de entusiasmo, quando tem oportunidade de trabalhar com você dessa forma.

3- Repita esse mesmo processo de criação do triângulo com o terceiro olho mais uma vez.

4- Repita o procedimento; agora, porém, crie um triângulo descendo até o chakra da garganta. Execute esse processo duas vezes para o chakra da garganta.

5- Faça a mesma coisa para os chakras do coração, do plexo solar, do sacro da raiz, dos joelhos, das solas dos pés e para a estrela da Terra que está a uns 30 centímetros abaixo da superfície da Terra. Faça a triangulação duas vezes para cada centro. Pronto, a meditação está terminada.

Essa meditação ajudará alimpar o canal central e a começar a construir seu Antakarana. Terminada a meditação, e depois de trabalhar com ela durante algum tempo, sugiro que você dê mais um passo: forme um triângulo até a alma, que está acima da estrela da alma. Essa parte da meditação trabalha na construção do Antakarana até a alma e da menos atenção ao canal central. Se julgar oportuno, você pode também construir um triângulo até a sua Mônada ou até a Poderosa Presença Eu Sou. Sugiro que você faça cada triângulo três vezes e que, ao terminar, recite o seu mantra ou sua palavra de poder, ao mesmo tempo em que visualiza o Antakarana e mantém a mente firme na Luz. Num certo sentido, ao fazer isso, você está fazendo a fusão da primeira meditação com essa segunda meditação de triangulação.

Vídeo no YouTube
Meditação de Trinagulação nos chakras, visualização completa
(a palavra Trinagulação está escrito errada mesmo)

Meditação do Redemoinho Espiritual

A aura da maioria das pessoas (corpos etérico, astral e mental) está cheia de detritos psíquicos, formas-pensamento negativas e energia estagnada. O objetivo da meditação a seguir é eliminar do seu campo áurico todo esse material indesejado. Além de provir de sua vida diária normal, parte desse material é sobra da meditação de triangulação, que você acabou de fazer.

A meditação de triangulação retirou os detritos do seu canal central, mas provavelmente jogou certa quantidade deles em sua aura. Há um processo muito simples que a alma utiliza para limpar esse refugo psíquico; ele recebe o nome de meditação do redemoinho espiritual.

Essa meditação consiste em visualizar um vórtice espiritual ou um redemoinho descendo da alma. Visualize-o como um tornado, com a forma de um funil. Este redemoinho espiritual é formado pela substância energética mais refinada da alma. Embora você o visualize com a mente; esse vórtice espiritual é uma realidade psíquica viva da alma. Se você for clarividente, poderá vê-lo e observa-lo descendo da alma, se o tiver invocado.

O tubo do seu funil e redemoinho espiritual está no Antakarana, descendo ele recolhe as partículas mais pesadas dos detritos psíquicos. Deixe que a alma decida com que tamanho, cor e velocidade ela quer se deslocar. A ideia é fazer com que esse redemoinho desça pelo chakra da coroa e de uma oitava inferior, e vá arrastando todo esse material para as profundezas do centro da Terra. Aí ele se livra do entulho, cessa seu movimento e se dissipa.

Crie um redemoinho espiritual bem amplo, de modo a abranger o corpo físico e todo o corpo áurico. Quando o redemoinho espiritual ganha força e poder, ele não precisa mais da direção da personalidade. Nesse ponto a alma e a estrela da alma estão fazendo o trabalho. Invoque um novo redemoinho espiritual sempre que você queira purificar-se. O redemoinho espiritual inicial perde sua energia quando entra na Terra e descarrega os restos psíquicos.

Recomendo que você invoque de três a sete redemoinhos espirituais todas as vezes que praticar essa meditação. Recomendo também praticá-lo no início do dia, depois do trabalho e antes de dormir, para manter-se purificado. Quero acrescentar que faz parte do trabalho da Terra promover a limpeza desse tipo de sujeira ou energia negativa. Não estamos de forma alguma poluindo a Terra por trabalhar com ela dessa forma. Ela fica muito feliz por poder servir desta maneira.

Para invocar seu redemoinho espiritual, basta seguir estes passos:

1- Repita três vezes o mantra da alma.

2- Visualize o redemoinho espiritual bem alto acima da cabeça, com a ponta do funil no Antakarana, e diga: “Na sabedoria de minha alma, invoco meu vórtice espiritual”.

3- Apenas observe ou visualize o redemoinho descendo através do seu campo e, em seguida, para a Terra.

4- Chame e invoque tantos redemoinhos espirituais quantos você necessitar, até sentir-se desobstruído. Normalmente, três a cinco minutos são mais do que suficientes. Se você se sentir desnorteado ou se estiver passando por uma crise emocional ou psicológica, esse processo pode ser extremamente útil. Essas são técnicas simples pelas quais a alma e/ou o eu superior podem ajudá-lo.

Meditação do Saca-rolha para Ampliar o Canal Central

Nas duas primeiras meditações, purificamos o canal central e limpamos o campo áurico dos detritos psíquicos. O objetivo dessa última meditação de Djwhal Khul é alargar o canal central, de modo que ele chegue às dimensões da circunferência da cabeça. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e fino, o que limita a quantidade de Luz e de energia que possa descer da alma e da mônada.

Dispomos de uma meditação muito simples para dilatar o canal central. Ela se assemelha a meditação de triangulação, com a diferença de que usa apenas um triângulo em vez de vários. Depois de recitar o mantra da alma, crie um triângulo que desça até a estrela da Terra, sob os pés, como na meditação de triangulação.

Ao começar a mover a estrela da alma para cima, visualize-a como um saca-rolha girando no sentido horário, subindo pelo canal central, e voltando à posição da estrela da alma, 15 centímetros acima da cabeça. Seu canal central deve medir pelo menos 2,5 centímetros, mas que é preferível que ele tenha a largura da cabeça.

No início, talvez você prefira uma medida intermediária entre essas duas enquanto trabalha para ampliá-lo o máximo possível. Nesse sentido, use o seu discernimento e intuição. Recomendo que pratique esta meditação duas vezes por dia, durante três semanas, tempo necessário para se criar um hábito. Uma vez ampliado o canal central, você está pronto definitivamente.

O Mestre Ascencionado Djwhal Khul descreveu esta meditação como segue:

1- Recite o mantra da alma em voz alta.

2- Recite o mantra da unificação que está a seguir:

Os filhos dos homens são um, e eu sou um com eles.
Eu quero amar, não odiar.
Quero servir, não ser servido.
Quero curar, não ferir.
Que a dor traga a merecida recompensa de Luz e de amor.
Que a alma controle a forma externa da vida e tudo o que acontece. E traga a Luz o amor que está na base de todos os eventos.
Que a visão e a intuição se manifestem.
Que o futuro se revele.
Que a união interior se evidencie e as divisões exteriores se dissolvam.
Que o amor prevaleça.
Que todos os homens amem.

3- Construa um grande triângulo que desça até a estrela da Terra.

4- Faça a estrela da alma subir sob a forma de um saca-rolhas, movendo-se no sentido horário, ampliando seu canal central até a dimensão desejada.

5- Finalize a meditação, recitando a Grande Invocação:

Do ponto de Luz na mente de Deus,
Flua Luz a mente dos homens.
Que a Luz desça sobre a Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus,
Flua Amor ao coração dos homens.
Que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens-
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Do centro que chamamos de raça dos homens,
Realiza-se o Plano de Amor e Luz,
E possa ele selar a porta onde habita o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano sobre a Terra.

Fonte: http://portalascensional.wetpaint. com/page/ Antakarana? t=anon

 

 

Mestre Djwal Kull

FB – Portal Reiki Master

 

Mãos em Concha no Reiki

O que significa deixar as mãos em concha?

Em nossas mãos possuímos centros energéticos chamados Chakras, temos vários, mas os principais são: Centro da mão e pontas dos dedos. É através desses centros que transmitimos energia.

Quando vamos aplicar Reiki usamos principalmente as mãos e porque usar as mãos em “concha”?

Para deixar a energia mais concentrada, pois se os dedos estiverem abertos, espalmados, a energia fica dispersa. Ao fecharmos os dedos a energia ficará mais concentrada.

Faça uma experiência: Coloque as mãos bem abertas na frente do rosto, depois feche em “concha” e sinta a diferença entre uma ação e outra.

Trabalho com Reiki e Pedras de Cura

O Reiki é muito fácil de combinar com o trabalho de cura com pedras. Assim, por exemplo, o poder de cura de um Cristal Quartzo-Branco é ampliado inúmeras vezes quando um praticante do Reiki coloca suas mãos sobre ele. A experiência mostra que os tratamentos completos de Reiki fazem sensivelmente mais efeito quando combinados com tratamentos com pedras de cura. Os resultados das pesquisas de Walter Lübeck mostram que o inventor do Reiki, Dr. Mikao Usui, já utilizava os cristais de rocha de diversas maneiras nos tratamentos Reiki. Entre outros, dava aos seus pacientes, bolas de cristal impregnadas com Reiki e os aconselhava a colocá-las sobre os locais enfermos do corpo como apoio ao seu tratamento. O Rainbow Reiki desenvolvido por Walter Lübeck com base no Reiki tradicional do Dr. Usui contém um grande número de métodos de cura realizados com a utilização de cristais e outros minerais.

Ativação de pedras de cura com Rainbow Reiki

Esta técnica pode ser feita por que já fez o Nível-I do Reiki

1º passo: Pegue entre as duas mãos as pedras de cura a serem ativadas e segure-as por um momento. Sinta sua vibração especial, faça contato com elas.

2º passo: Erga as mãos para o céu com as pedras de cura e também olhe nessa direção.

3º passo: Cante no mínimo nove vezes o mantra “Hey Loa, Key Loa, Manaho Lo” (é possível encontrar vídeo no YouTube com a melodia, ou apenas pronuncie este mantra).

4º passo: Aponte suas mãos para a terra e olhe na mesma direção.

5º passo: Cante no mínimo nove vezes o mantra “Hey Loa, Key Loa, Manaho Lo”.

6º passo: Ponha as mãos diante do coração.

7º passo: Cante no mínimo nove vezes o mantra “Hey Loa, Key Loa, Manaho Lo”.

8º passo: Agradeça ao Pai do Céu e à Mãe Terra ou, em outras palavras, a Deus e à Deusa pelo fato de terem permitido que as suas filhas, as pedras de cura, tenham chegado até você.

9º passo: Peça que ambos abençoem as pedras de cura e a você, para que você possa tratá-las e usá-las de modo espiritual.

Duração

A prática demora conforme o ritmo em que o mantra é cantado; segundo a experiência de WL, demora em torno de 5 a 8 minutos.

Observar

O mantra não deve ser repetido mais de nove vezes – mas também não menos, senão o efeito desta técnica diminui muito.

Utilidade

Para a ativação de pedras de cura. Especialmente apropriadas são pedras como o cristal de rocha, a fluorita, a ametista, o quartzo róseo, a ágata musgosa, o citrino, o quartzo enfumaçado, a rodocrosita, a tulita e a cornalina.

Combinação

Cura de cristais com Rainbow Reiki; fontes de cristal com o Rainbow Reiki; mandalas de cristal com o Rainbow Reiki.

Filosofia

O mantra de cura do Rainbow Reiki descrito acima provém de uma tradição espiritual antiquíssima, de mais de 12.000 anos no Oceano Pacífico, depois da queda de um enorme meteorito no continente submerso da Lemúria. O mantra chama a Energia da Criação e o benévolo anjo para o presente, e os convida a participar do que estiver sendo feito no momento.
Esta influência espiritual profundamente eficaz ativa, por exemplo, as pedras de cura, do mesmo modo que acontece com a diluição das substâncias originais dos remédios homeopáticos desenvolvidos por Samuel Hahnemann, ou o processo alquimista da destilação rítmica. Desse modo, são liberadas energias de cura muito mais abrangentes do que seria possível no estado inativo. Muitos efeitos atribuídos às pedras de ura só podem ser observados quando elas são ativadas. Com esta técnica, o Reiki cumpre a tarefa de abrir as pedras mais rápida e fortemente para a ativação, por meio da elevação de sua frequência. Isso funciona especialmente bem com pedras de cura que foram deitadas durante a noite sob uma forte ducha de Reiki.

O que dá certo? O que não dá certo?

Com a ativação das pedras de cura com o Rainbow Reiki é possível aumentar em grande medida e aprimorar a força de cura de todo pedregulho encontrado na floresta, dos diamantes na ourivesaria, de todas as pedras, de todos os minerais e cristais. Apesar disso, esse fato não significa necessariamente que outras técnicas, a paciência no uso ou um bom contato entre agente de cura e cliente não sejam importantes.

Experiências

Animais domésticos quase sempre se dirigem para uma vasilha de água que contenha um cristal de rocha ativado para beber, em vez de dirigir-se para uma vasilha que não o contenha.

Fonte: As Mais Belas Técnicas de Reiki – Walter Lübeck / Frank Arjava Petter
Prevenções e Cura com Pedras – Karl Stark / Werner E. Meier
Foto: Stock Royalty Free

Post de: crisquadros.com.br e Portal Reiki Master e Terapias Holísticas

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