Categoria: Reiki e Kannon ou Kuan Yin

Reiki e Kannon- A Grande Deusa da Compaixão (última parte)

Kuan Yin.2
Kannon da Pureza (Juntei Kannon)
Juntei é chamada a “Mãe Pura dos Budas” ou a “Mãe de Todos os Budas” porque ela rege o mantra sagrado Butsumo Juntei darani, por meio do qual os 70 milhões de Budas do passado alcançaram a iluminação. Como figura materna, ela atende aos desejos dos filhos. Ela purifica tudo o que toca. Também promove a paz entre pessoas em conflito, cura doenças, purifica corações e os enche de amor.
Ela tem uma cabeça, três olhos e oito braços (menos freqüentemente dois ou quatro). As mãos do meio não estão juntas, mas fazem o gesto de girar a roda do ensinamento. Uma das mãos à s vezes segura um pequeno machado. Muitas vezes ela é ladeada por duas figuras postadas sobre um pedestal de lótus ou por dois dragões que seguram botões de lótus.
Kannon de Mil Braços
Como o próprio nome já diz, esta Kannon tem 1.000 braços e também onze ou 27 cabeças (menos cabeças podem aparecer em esculturas; ver acima). Na maioria das mãos ela segura objetos que simbolizam possibilidades e rituais individuais. Entre as deusas Kannon, ela é a mais importante para o Reiki, pois o seu Siddham é o símbolo SHK.
Na famosa longa entrada do tempo Sanjûsan Gendô, em Quioto, a mais extensa construção em madeira do mundo, há uma Kannon gigantesca, erigida no centro, com aproximadamente 3,5 m de altura. Além disso, há 1.000 Senjû Kannons laminadas a ouro que são quase da altura de seres humanos e mostram todas as expressões faciais individuais.
Consta que toda pessoa que com paciência e tempo para procurar bastante, pode encontrar ali o próprio semblante. O Budismo Esotérico tem rituais com a Kannon de Mil Braços para prevenir doenças e proteger contra o fogo. A divindade xintoísta correspondente é Seiryû Gongen no Templo Daigoji.
A Kannon que Realiza Desejos (Nyoirin Kannon)
Ela tem uma cabeça. No início, ela tinha dois braços, que passaram a seis no Budismo Esotérico, para resgatar o ser sofredor nos seis reinos da existência com vários objetos, como a gema da realização dos desejos, a roda do ensinamento, as contas de oração e uma flor de lótus. A roda do ensinamento é às vezes sustentada pelo dedo indicador levantado da mão esquerda mais elevada.
A deusa está normalmente envolta por uma aura de chamas e usa uma coroa alta com um pequeno Amida. A mão direita toca o queixo e o cotovelo descansa sobre o joelho direito erguido. Uma das mãos faz o gesto que invoca a Deusa Terra como testemunha. Ela é mais claramente reconhecível porque um dos joelhos está erguido, enquanto a outra perna se mantém numa postura de meditação, as solas dos pés se tocam, como na meditação Gasshô do Reiki do Arco-Íris.
Kannon com um Ramo de Salgueiro (Yôryu Kannon)
Ela é também chamada de Kannon da Medicina porque se curva à vontade de todos os seres com a mesma flexibilidade de um ramo de salgueiro ao vento. Ou também pode ser porque esse ramo de salgueiro tem o poder de curar todas as doenças. A estátua representa uma Kannon sagrada que segura um ramos de salgueiro ou o leva num recipiente de água na mão direita. Ela é também representada com vestes brancas, sentada sobre uma rocha.
(Fonte: O Grande Livro de Símbolos do Reiki – Mark Hosak e Walter Lubeck)

Reiki e Kannon – A Deusa da Grande Compaixão (parte-3)

A Deusa da Cura Kannon do Templo Kokawadera

Kuan Yin.2

O caçador Ôtomo Kujiko chegou à região de Kokawa em 770 para caçar, como forma de diversão. Certa noite, ele viu uma luz brilhante na Montanha Kazuragi. Ao ser tocado por essa luz, sentiu um grande remorso por matar animais sem nenhum motivo razoável. Ele construiu uma pequena choupana no mesmo lugar em que vira a luz. Certo dia, Kujiko recebeu a visita de um asceta em forma de criança que lhe pediu para passar a noite ali.
Na manhã seguinte, o asceta perguntou a Kujiko se ele tinha algum desejo. Kujiko respondeu que havia muito desejava ter um altar da Deusa. Em resposta, o asceta esculpiu a imagem da Senju Kannon de 1.000 braços, durante sete dias. Em seguida, desapareceu. Aproximadamente na mesma época, a filha do rico Satafu, de Kawachi, adoeceu gravemente.
Embora a família fizesse de tudo para curá-la, seu estado continuou tão desesperador que não havia nada a fazer senão esperar a morte. Inesperadamente, apareceu um asceta na forma de uma criança e curou a filha. Em sinal de gratidão, Satafu deu ao asceta muitos presentes, mas ele os recusou todos. A única coisa que aceitou foi o hakama (saia-calça japonesa) tecido pela própria filha. Depois de finalmente dizer uma única frase, “Eu moro em Kokawa, na Província de Nachi”, ele desapareceu.

No ano seguinte, Satafu foi com a filha para Nachi a fim de localizar a aldeia de Kokawa. Mas ninguém tinha ouvido falar da aldeia de Kokawa ou do asceta. Nas proximidades, eles descobriram um pequeno rio que passaram a acompanhas, PIS o nome Kokawa significa “pequeno rio”. Eles logo chegaram à choupana de Kujiko. Entrando nela, descobriram a imagem da deusa de 1.000 braços Senju Kannon.
De suas mãos pendia o hakama que a jovem havia dado ao asceta. Eles logo compreenderam que o asceta que havia curado a filha era uma manifestação da deusa na forma de um asceta-criança. Como resultado, Satafu tornou-se monge e em seguida mandou construir um templo no local onde estava a choupana, dando-lhe o nome de Kokawa dera (Templo no Pequeno Rio). Ainda hoje, muitas pessoas fazem peregrinação para Kokawa dera e lá são curadas com rituais especiais relacionados com o símbolo SHK.

 

Outras aparências de Kannon Kannon de Onze cabeças (jûichimen Kannon)

 

Esta Kannon é uma das figuras mais antigas do Budismo Esotérico. As onze cabeças remontam ao deus da tempestade indiano Rudra, que tem onze nomes. As onze cabeças também representam as onze ilusões mundanas que mantêm as pessoas afastadas da unidade e do amor.

Conseqüentemente, cada face também tem uma expressão diferente cujo objetivo é ajudar as pessoas a abandonarem as ilusões (três face que induzem à compaixão, três coléricas, três com sorriso severo, uma face do Buda do Paraíso Amida e uma rindo freneticamente). Desde o século VIII, realiza-se o Grande Ritual de Purificação e Proteção com Fogo e Água (Omizutori) com esse propósito na entrada Nigatsudô do Templo Tôdaiji em Nara.

 

A água para a purificação é extraída de uma fonte secreta e grandes tochas são acesas para transmitir proteção. Milhares de visitantes ficam sob a chuva de fogo todos os anos para ser tocados pelas centelhas incandescentes, é por meio da transmissão do poder espiritual (kaji) dessas centelhas que a proteção do fogo se torna ativa. A crônica do templo Tôdaiji yôroku descreve como o monge Jicchû (726-?) realizou este ritual pela primeira vez durante os anos 50 do século VIII, depois de tê-lo observado no reino do futuro Buda Maitreya em homenagem à Deusa da Grande Compaixão Kannon.

 

Kannon com a Rede e a Corda (Fukû Kensaku Kannon)

 

Como o nome já indica, esta Kannon porta uma rede e uma corda. Com esses instrumentos, ela resgata os seres que nadam no mar da ignorância. A rede é tão fina que nenhum ser consegue escapar pela malha. Além disso, ela cura doenças, concede riquezas, presenteia com beleza, garante o sucesso nos negócios e protege as pessoas das catástrofes naturais.

Ela tem uma, três ou onze cabeças; três olhos; seis, oito ou dez braços, dos quais duas mãos estão postas em oração; outras mãos com folhas de palmeiras, um bastão de peregrino ou uma flor de lótus. Ela usa uma coroa ricamente adornada e incrustada com uma imagem do Buda do Paraíso Amida. Envolta por uma veste de camurça, ela é também conhecida como a Kannon da Caça e da Pesca, Rokuhi Kannon.

 

Kannon Sagrada ou a Kannon Original (Shô Kannon)

 

Esta é a Kannon original, como é conhecida na tradição indiana. Muitas vezes ela também aparece na companhia de outros seres de luz. Ela está sentada num pedestal de lótus e usa uma coroa alta com o Buda do Paraíso Amida. Sua mão direita eleva-se no mudrá “Não tema” e a esquerda aponta para baixo, no mudrá da realização dos desejos. Às vezes ela segura um botão de lótus na mão esquerda, que é aberta pela mão direita. Quando uni as mãos em Gasshô, muitas vezes há entre elas um cristal de quartzo ou uma jóia. Essa é uma representação antiga da meditação Gasshô com pedras de cura.
(Fonte: O Grande Livro de Símbolos do Reiki – Mark Hosak e Walter Lubeck)

Reiki e Kannon – A Grande Deusa da Compaixão (parte-2)

Histórias Verdadeiras Sobre Kannon 

A Deusa da Grande Compaixão

Kuan Yin.2

As histórias a seguir referem-se a todas as deusas dos templos de peregrinação de Kannon no Japão ocidental (peregrinação Saikoku). A Deusa que se Auto sacrífica (Migawari Kannon) do Templo Nariaiji.
Antigamente, um monge vivia numa montanha remota onde hoje se localiza o Templo Nariaiji. O povo que morava no sopé da montanha sempre lhe levava comida. Mas num inverno nevou tanto que os aldeões não conseguiram subir a montanha. Quando estava para morrer de fome, o monge rezou para a deusa Kannon (Shô Kannon), cuja imagem estava em sua choupana, pedindo alimento suficiente só para mais um dia. Ele mal acabara de fazer seu pedido quando viu diante da porta um cervo que fora morto por um lobo. Como monge budista, não lhe era permitido comer carne.
Mas como esse alimento aparecera em resposta às suas preces, ele decidiu comê-lo, e cozinhou a coxa em sua caçarola. Com essa refeição, ele recobrou as forças. Quando a neve derreteu, os habitantes da aldeia subiram a montanha para vê-lo. Eles encontraram alguns gravetos na caçarola. Além disso, notaram que a coxa da imagem de Kannon estava danificada. Correram imediatamente até o monge para mostrar-lhe o que acontecera. Só então ele compreendeu o que Kannon havia feito por ele. Chorando muito, ele se pôs a consertar a imagem imediatamente com os gravetos da caçarola, e fez todo o possível para que não fosse percebido nenhum vestígio do dano causado.
O templo Nariaiji que mais tarde foi construído na montanha recebeu o nome dessa imagem graciosamente perfeita. Nariai significa “bela perfeição” e ji significa “templo”.
A Deusa que se Auto-sacrifica (Migawari Kannon) do Templo Anaoji
A esposa de um homem chamado Uji no Miyanari, de Tamba, desejava de todo coração que seu mau marido se tornasse um homem bom. Com esse propósito, ela mandou fazer uma imagem da deusa Kannon. Ela contratou um monge e escultor de Quioto, chamado Kansei, que passou a morar com o casal até terminar a imagem. Kansei também acreditava no poder de Kannon e recitava o sutra Kannon kyô todos os dias.
Quando os retoques finais foram dados, Miyanari e sua esposa ficaram tão encantados que deram muitos presentes a Kansei. Miyanari presenteou-o inclusive com seu cavalo favorito. Kansei pôs alegremente suas coisas sobre o cavalo e tomou o caminho de volta a Quioto. Mas Miyanari logo se arrependeu da sua generosidade. Ele seguiu Kansei, preparou uma emboscada e o matou com uma flechada no peito. Em seguida pegou o cavalo e os outros presentes e voltou para casa.
Ao chegar em casa, Miyanari ficou surpreso ao ver que exatamente a mesma flecha que havia arremessado contra Kansei estava fincada no peito da Kannon esculpida por Kansei. Além disso, sangue escorria da imagem, do ferimento produzido pela flecha. Quando ele se virou, assustado, seu cavalo com toda a carga que dera a Kansei havia desaparecido. Ele se pôs imediatamente a caminho de Quioto para descobrir o significado dessas coisas estranhas.
Ao chegar na cidade, encontrou Kansei em perfeito estado de saúde, como também o seu cavalo. Perguntou então a Kansei como fora a viagem de volta. Ao ouvir que Kansei chegara em casa sem nenhum incidente, ele teve certeza de que Kannon havia se sacrificado para salvar a vida de Kansei. Esse fato tocou Miyanari tão profundamente que ele se tornou um homem verdadeiramente piedoso a partir daquele momento. O desejo de sua esposa se realizara de uma maneira que ela jamais teria esperado.
O monge superior de Anaoji, Anaho Gyôkô, explicou que essa lenda é uma das muitas histórias que mostram o poder de Kannon, e também que Kannon está presente nos dias atuais sempre que uma pessoa ajuda o próximo. Por causa de outros milagres, esta Kannon tornou-se tão famosa que imperadores, monges e pessoas comuns peregrinaram até seu santuário ao longo dos séculos para rezar para ela. Infelizmente, a sua imagem foi roubada em 1968, depois de ter sido declarada um importante bem cultural do Japão, e até hoje não foi encontrada.
Essa é a primeira arte roubada na história moderna do Japão. O fato de uma imagem servir como meio de cura pode ser explicado assim: Depois de terminada, a imagem é sempre apenas uma imagem, como qualquer outro trabalho de arte. Somente quando o ritual de abertura dos olhos de kaigen kuyô é realizado para a imagem é que ela recebe seu poder de cura.
A Deusa da Cura Kannon do Templo Rokuharamitsuji
O monge Kûya fundou o Templo Rokuharamitsuji em Quioto e esculpiu uma imagem de Kannon, que ele próprio iniciou, no ano de 951. Naquela época, epidemias se alastravam em Quioto e ele queria eliminá-las com a ajuda da deusa Kannon. Para isso, colocou a imagem num pequeno relicário sobre uma carroça por ele puxada pelas ruas de Quioto. Com um chá especial de ervas, que ele mesmo preparava e infundia com o poder da deusa, Kûya curou muitas pessoas com a ajuda de Kannon.
A Deusa da Cura Kannon do Templo Tsubosakadera
Um homem chamado Sawaichi vivia nas proximidades do Templo Tsubosakadera com sua bela esposa Osato. Certo dia, Sawaichi ficou cego. Depois disso, sua esposa Osato começou a sair furtivamente de casa todas as noites, sempre muito tarde. Sawaichi percebeu isso e passou a acreditar que ela ia secretamente ao encontro de um amante. Uma noite, sem ser visto, ele a seguiu. Mas para sua surpresa, descobriu que Osato ia ao Templo Tsubosakadera para pedir à Deusa Kannon que restituísse a visão ao marido.
Ele ficou tão envergonhado de sua desconfiança que chegou à conclusão de que sua esposa merecia um marido melhor. Assim, Sawaichi foi até a praia e jogou-se de um penhasco. Quando ficou sabendo disso, Osato seguiu o marido na morte. Mas Kannon resgatou a ambos e devolveu a visão a Sawaichi.
O abade atual de Tsubosakadera diz que, segundo a história, Osato rezou durante 1.000 noites a Kannon para que seu marido fosse curado. Há muitos rituais no Budismo Esotérico que duram 1.000 dias. Além de rituais especiais, também são usados mantras, mudrás e símbolos. Durante o Período Meiji (1969-1912), isto é, durante a vida do Dr. Usui, foi montada uma peça de teatro (no estilo jôruri) baseada nessa história comovente que logo se tornou famosa em todo o país. Presumo que o Dr. Usui inspirou-se em histórias assim na sua busca do Reiki e incluiu as práticas apropriadas no seu Sistema de Cura Natural, como podemos perceber no símbolo SHK.

(Fonte: O Grande Livro de Símbolos do Reiki – Mark Hosak e Walter Lubeck)

Reiki e Kannon – A Grande Deusa da Compaixão (parte-1)

Kannon – A Deusa da Grande Compaixão
Kuan Yin.2
(観音 – Japonês) (chin.: Kuan Yin, Kuan Shi Yin; Sânsc.: Avalokiteswara, Âryâvalokitesvara, Lokesvara; Tib.: Spyan-ras-gzigs ou Tara)
Kannon é a Deusa da Grande Compaixão. Ela é um Bodhisattva, ou seja, um ser que jurou levar todos os seres à felicidade. Apesar de seus traços predominantemente femininos, ela também é vista como um ser masculino em alguns países. Ela é especialmente importante para o Reiki porque: É o ser espiritual que está por trás do símbolo SHK; Ocupa o segundo lugar na linhagem de poder nas iniciações de Reiki, uma vez que o Reiki – a energia vital espiritual de Dainichi Nyorai – é transmitido aos seres humanos por meio dela. Kannon aparece em muitos sutras. Os mais importantes são o Hokkekyô, Kegon kyô e Muryôjukyô.
Esses sutras dizem como ela pode ouvir as vozes de todos os seres que precisam de ajuda. Ela faz tudo o que está em seu poder para ajudar esses seres. Houve um tempo em que ela desceu aos reinos infernais e começou a libertar um a um os seres que lá se encontravam. Era um trabalho difícil. Mas os infernos não ficavam vazios, sempre voltando a encher-se com novas almas. Isso a deixou tão triste e irritada que chegou a explodir, literalmente. Outros seres de luz logo a recompuseram, mas sem saber onde fixar todas as partes. Assim, quando completa, ela ficou com muitos braços e cabeças. Daí as 33 formas de Kannon, com as suas múltiplas habilidades.
As mais importantes para o Reiki serão explicadas abaixo. No fim, algumas lágrimas multicoloridas caíram dos seus olhos. À medida que as lágrimas tocavam o chão, transformavam-se em deusas Tara de diferentes cores que, desde então, vêm ajudando Kannon. Kannon não trabalha sozinha. Ela aparece frequentemente na companhia de outros seres de luz. Entre estes estão o Buda do Paraíso Amida Nyorai, cujo Siddham é também o símbolo SHK. Quando uma pessoa morre, Kannon aproxima-se da alma do morto e a ajuda a colocar-se sobre uma flor de lótus, levando-a em seguida ao paraíso de Amida Nyorai. Há no Japão algumas peregrinações para Kannon.
Elas se desenvolveram quando os monges ambulantes levaram os ensinamentos libertadores de Kannon para o povo e construíram muitas pequenas torres sagradas e templos para a realização de milagres. Ainda hoje é possível testemunhar os seus poderes de cura nesses lugares. Obviamente, há também inúmeras histórias na literatura japonesa, algumas das quais são narradas abaixo (continua…)
(obs: o texto é extenso e será postado em partes)
Fonte: O Grande Livro de Símbolos do Reiki – Mark Hosak e Walter Lubeck, pg.122

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén