clara bartonClarissa Harlowe Barton “Clara Barton” (1821 a 1912), é mais conhecida como fundadora da Cruz Vermelha Americana. Ela trabalhou como professora, enfermeira, escriturária e atuou como filantropa, arrecadando fundos nos tempos de guerra. Durante a guerra civil americana, depois de insistir muito com o comandante, ela organizou uma equipe para levar auxílio para soldados feridos, levando mantimentos e remédios, dirigindo ela mesma o caminhão. Ela ficou conhecida como “o anjo do campo de batalha”.
Em 1864, Clara, atuou como superintendente da União das enfermeiras. Após a guerra, ela recebeu permissão do Presidente Lincoln para começar uma campanha de cartas para procurar os soldados desaparecidos. Mais tarde trabalhou para a Cruz Vermelha Internacional durante a guerra franco-prussiana de 1870 a 1871. Ela fundou a filial americana da Cruz Vermelha em 1881 e serviu como presidente da organização até 1904. Depois de alguns anos, ela escreveu uma emenda para a Constituição Americana, que previa o atendimento da Cruz Vermelha, tanto para os tempos de guerra, quando para outras situações que precisassem de socorro, como em catástrofes naturais como: enchentes, terremotos, pestes, fome, não só para os Estados Unidos como para o mundo todo.
Após ter sido forçada a renunciar em seu cargo de presidente da Cruz Vermelha, por receber críticas pelo seu estilo de liderança, Clara se aposentou mas permaneceu muito ativa até seus 91 anos. Ela escreveu um livro autobiográfico intitulado: “A história da minha infância”. Seu propósito ao escrever o livro, explica ela no prefácio, era responder solicitações de crianças que a estudavam nas aulas de história americana na escola e queriam saber mais sobre sua vida e sua carreira. O livro conta sua vida desde a infância em uma fazenda em Oxford, Massachusetts, como filha mais nova de 10 crianças, e conta duas experiências que deu forma ao seu trabalho: cuidar de seu irmão David até que ele tivesse sua saúde restabelecida depois de se ferir gravemente em um acidente e se tornar professora de primário com 17 anos.
Clara Barton morreu em 12 de abril de 1912 de complicações de um resfriado. A missão de sua vida pode ser resumida em suas próprias palavras:
“Você nunca deve pensar tanto como quer você goste ou não, se é suportável ou não, você nunca deve pensar em nada, exceto na necessidade e como fazer para cuidar disso”.